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Escoliose do Adulto

Escoliose do adulto: deformidade da coluna que pode afetar bem-estar

Escoliose é descrita como um desvio anormal da coluna vertebral para direita ou esquerda. Normalmente, esse problema é relacionado a crianças e adolescentes. Todavia, pessoas acima dos 18 anos também podem ser afetadas por essa doença, quando isso acontece, temos o que se chama de escoliose do adulto, problema que pode comprometer o equilíbrio e o alinhamento global do corpo, causando limitações.

Às vezes, a escoliose do adulto pode estar ligada a uma deformidade não tratada na infância que progrediu ao longo dos anos. Porém, a doença também pode estar relacionada ao o envelhecimento, a qual denominamos de escoliose degenerativa. Por conta do aumento da expectativa de vida da população brasileira, nos últimos anos tem crescido os casos de escoliose do adulto.

Quanto mais cedo for feito o diagnóstico, mais simples será o tratamento e mais qualidade de vida terá o paciente. Continue lendo o texto e descubra quais são os sintomas dessa doença e como o ortopedista especialista em coluna faz o diagnóstico da escoliose do adulto.

Descubra quais são as causas da escoliose do adulto

Como mencionado acima, a escoliose do adulto pode estar relacionada ao envelhecimento, pois conforme os anos vão passando, as estruturas da coluna como ossos, músculos, articulações, ligamentos e discos, por exemplo, se desgastam, o que pode provocar doença degenerativa do disco, estenose de canal, hérnia de disco, etc. Todas essas enfermidades podem predispor a coluna à escoliose degenerativa. Quando a escoliose do adulto está relacionada a algumas dessas doenças, dizemos que a causa do problema é secundária.

Todavia, essa doença também pode ter origem congênita, ou seja, presente desde o nascimento, mas não diagnosticada precocemente; paralítica, resultado de uma paralisa provocada por uma lesão na medula espinha; ou miopática, causada por uma doença neuromuscular ou muscular, como distrofia muscular. A escoliose do adulto, embora raramente, também pode surgir devido a infecções e tumores na coluna.

Quais sintomas o paciente com escoliose do adulto sente?

Nos adultos, o principal sintoma da escoliose degenerativa é a dor nas costas (lombalgia). Mas, no geral, a escoliose do adulto pode ocasionar instabilidade na coluna; desequilíbrio do tronco, onde o corpo pende para determinado lado; assimetria dos ombros e quadris; dificuldade e dor ao andar; dificuldade para manter-se muito tempo sentado ou em pé; rigidez da coluna vertebral; compressão do nervo ciático, que pode irradiar para as pernas e provocar dores agudas, fraqueza e dormência.

Como o ortopedista especialista em Coluna faz o diagnóstico?

Para diagnosticar a doença, o ortopedista especialista em Coluna faz uma análise do histórico do paciente e também exames físicos para avaliar os movimentos, postura, reflexos, nível da dor, musculatura, etc. Exames clínicos como radiografia, tomografia e ressonância magnética também são utilizados para diagnosticar a escoliose do adulto. Em alguns casos, o ortopedista especialista em Coluna também pode pedir um eletroneuromiografia para avaliar a função dos nervos das pernas.

Tratamentos sugeridos pelo ortopedista especialista em Coluna

Grande parte dos casos de escoliose do adulto são tratados de maneira conservadora (sem cirurgia). Dentre as terapêuticas que o médico pode sugerir estão: medicamentos como relaxantes musculares, anti-inflamatórios e analgésicos; órteses para controlar a dor, haja visa que o colete não corrige a deformidade da coluna no adulto; infiltração; fisioterapia e/ou exercícios, dentre outros.

Quando o tratamento conservador não surte efeito e curvatura da coluna é progressiva, gerando dor e incapacidade funcional importante, prejudicando a qualidade de vida do paciente, o ortopedista especialista em Coluna pode indicar uma cirurgia como a artrodese para correção da deformidade na coluna.

O que pode acontecer se a escoliose do adulto não for tratada?

Caso a escoliose do adulto não seja tratada, a doença pode ser progressiva. Conforme a deformidade vai aumentando com o passar do anos, podem surgir problemas respiratórios, posturais, dor refratária e, nos casos mais graves, distúrbios neurológicos. Devido à gravidade da deformidade, problemas emocionais como baixa autoestima também podem aparecer.

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