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Doença Degenerativa do Disco

Doença degenerativa do disco: a vilã de qualquer coluna!

doença degenerativa do disco não é propriamente uma doença, mas uma condição degenerativa que, quando sintomática, provoca dor e afeta a qualidade de vida, limitando atividades essenciais como caminhar, deitar, sentar, dentre outras. Considerado um distúrbio comum, pois é consequência do envelhecimento, a degeneração discal afeta 35% de pessoas na faixa etária dos 20 aos 39 anos e cerca de 100% de idosos acima dos 60 anos.

Mas, afinal, como reconhecer a doença degenerativa do disco?

Tida como uma “doença do envelhecimento”, a doença degenerativa do disco se caracteriza pelo desgaste dos discos da coluna, especialmente do núcleo pulposo. Como se sabe, os discos intervertebrais funcionam como amortecedores de impacto, com o passar dos anos, o estresse repetitivo e os nossos movimentos diários provocam a “desidratação discal”, o que leva à doença degenerativa do disco.

Em um adulto saudável, cerca de 90% dos discos intervertebrais são compostos por água. A medida que a idade vai chegando, essa quantidade vai reduzindo progressivamente, os tornando mais fino e diminuindo a distância entre cada uma das vértebras. Assim, os discos vão perdendo a flexibilidade, a elasticidade e reduzindo a capacidade de absorver impactos. Com o passar do tempo, o paciente pode desenvolver doenças como hérnia de disco, artrite ou estenose espinhal.

Diferente dos músculos, existe pouco suprimento de sangue para os discos, isso faz com que eles não tenham capacidade própria de regeneração.

Causas e grupo de risco da doença degenerativa do disco

Como já foi mencionado, a degeneração discal faz parte do processo natural do envelhecimento. Porém, essa discopatia do disco ocorre mais rapidamente em pessoas obesas, fumantes e quem faz trabalho físico extenuante. A doença degenerativa do disco também pode ser causada por uma lesão decorrente de uma queda, por exemplo, e como consequência de postura errada e movimentos inadequados ao longo dos anos.

Como reconhecer os sintomas da degeneração discal?

doença degenerativa do disco, quando sintomática, provoca dor, rigidez, dentre outros sintomas, pois eles surgem de acordo com a localização do disco intervertebral. Conheça os principais sintomas de acordo com a região afetada.

Doença degenerativa do disco lombar: quando afeta a lobar, pode provocar problemas como estenose espinhal, dentre outros. Os sintomas mais comuns da degeneração discal na lombar são dor crônica que irradia para os quadris, nádegas e coxas, dificuldade para caminhar, formigamento e dormência nos membros inferiores.

Doença degenerativa do disco cervical: quando localizada no disco cervical, a degeneração discal causa dor na região do pescoço que pode irradiar para os ombros, braços e, inclusive, chegar até as mãos. É possível haver também formigamento, dormência, fraqueza muscular, redução da sensibilidade em regiões especificas, redução do reflexo involuntário, etc.

Doença degenerativa do disco torácico: é mais rara. Quando um indivíduo é acometido por ela, costuma sentir dores no tórax e abdômen. Isoladamente, esse tipo de degeneração discal não causa fraqueza muscular ou alteração na sensibilidade.

Como o ortopedista especialista em Coluna faz o diagnóstico?

Para fazer o diagnóstico de degeneração discal, o ortopedista especialista em Coluna primeiramente faz um exame físico completo, dando atenção especial ao pescoço, às costas e às extremidades. Durante o procedimento, o médico avalia a flexibilidade, a amplitude dos movimentos e sinais indicativos de que as raízes nervosas possam estar sendo prejudicadas em decorrência das mudanças degenerativas à sua volta. Por isso, geralmente, o ortopedista especialista em Coluna realiza teste de força dos músculos e reflexos.

Para diagnóstico assertivo, o especialista também pode solicitar exames adicionais como radiografia, ressonância e tomografia computadorizada.

Que tratamentos o ortopedista especialista em Coluna pode indicar?

Os pacientes que sofrem com doença degenerativa do disco normalmente são tratados por meio métodos conservadores (não cirúrgico) combinados. O ortopedista especialista em Coluna pode recomendar repouso, anti-inflamatórios, analgésicos, infiltrações, fisioterapia e outros tratamentos que visem reduzir a dor. No entanto, se a terapêutica conservadora não surtir efeitos, o médico pode indicar uma cirurgia, como artrodese (fusão da coluna vertebral) ou artroplastia (o disco é substituído por uma prótese), por exemplo.

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